quarta-feira, 4 de julho de 2012

Raio X: Retrospecto dos jogos entre Corinthians e Boca antes da finalíssima de hoje a noite

Muito se fala da final da Libertadores entre Corinthians e Boca Júniors mas muito pouco se sabe dos duelos mais antigos, ou alguns nem tão antigos assim das duas equipes. Então pra você torcedor do Corinthians, do Boca ou secador de plantão, ta aí números que podem deixar você ainda mais confiante ou com um pouco de pé atrás. Pra você corintiano notícia para te deixar preocupadíssimo.O Sport Clube Corinthians Paulista nunca venceu o Clube Atlético Boca Júniors na Libertadores.Foram três confrontos:  2 empates e uma vitória do Boca.Desses jogos, nenhum deles foram no palco da partida de hoje, o Pacaembu. O primeiro foi nas oitavas de final na Copa Libertadores de 1991, na Libertadores que foi vencida pelo Colo Colo do Chile numa final diante ao Olímpia do Paraguai. Corinthians e Boca se enfrentaram pela primeira vez na história da competição em La Bombonera em 17 de Abril daquele ano e o Boca Júniors venceu pela primeira e última vez o time do Parque São Jorge por 3 à 1. A classificação do Boca veio no jogo de volta no Morumbi,com um empate por 1 a 1. O terceiro e último jogo foi semana passada em La Bombonera com um empate em 1 a 1 que deixa as duas equipes com plenas condições de levantar o caneco. Já em partidas disputadas no Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), igualdade entre as duas equipes. Uma vitória para cada com dois empates contando copas Mercosul e Roberto Gomes Pedroza. A vitória do time brasileiro ocorreu no ano de 1956 por 4 à 1 com três gols do centro avante Paulo e um do zagueiro Idário. No aspecto "conquistas", todos sabemos que o Boca está muito a frente, se caso conquistar o título hoje, o azul e dourado se igualará ao Indepiendiente, também da Argentina como o maior vencedor da Copa Libertadores com 7 títulos. Já o Corinthians,se conquistar o título hoje ,será a primeira vez. Então agora que já sabemos é esperar às 21h50 para ver quem é campeão: Corinthians ou Boca.

Por: Fábio Lázaro

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